"O coração pensa constantemente. Isso não se pode mudar. Mas os movimentos do coração - isto é, os pensamentos - devem se limitar à situação de fato, ao contexto atual da vida. Todo pensar que transcende o momento apenas faz sofrer o coração" (I Ching - A Quietude)
O meu coração, então... pensa muito mais do que constantemente... difícil é fazer ele viver apenas o dia de hoje... difícil é fazer ele esquecer o dia de ontem... e muito mais difícil ainda é evitar que ele pense no depois de amanhã!... E por isso, às vezes termino me deixando levar por um turbilhão de emoções, onde potencializo tudo e coisas minúsculas viram bicho de 7 mil cabeças... E aí, vem o recado do universo, através de um hexagrama do I Ching, me dizendo que as coisas podem não ser tão complexas quanto a minha mente pode imaginar e criar... E então, vem uma vozinha interior me dizer que bons pensamentos criam bons acontecimentos... Até parece que eu esqueci dessa lição - essencial pra se viver bem!..... 
(e eu não estou na tpm!..........)
Escrito por Sil às 22h33
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Ecos de uma tpm...
Ó pedaço de mim,
ó metade afastada de mim
Leva o teu olhar,
que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento,
é pior do que se entrevar
Ó pedaço de mim,
ó metade exilada de mim
Leva os teus sinais,
que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve
um arco e evita atracar no cais
Ó pedaço de mim,
ó metade arrancada de mim
Leva o vulto teu,
que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar
o quarto do filho que já morreu
Ó pedaço de mim, ó
metade amputada de mim
Leva o que há de ti,
que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada no membro que já perdi
Ó pedaço de mim,
ó metade adorada de mim
Lava os olhos meus,
que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo a mortalha do amor,
adeus. (Chico Buarque & Zizi Possi - Pedaço de Mim)
É a música que está no repeat do meu cd player mental!...
Escrito por Sil às 21h17
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Em meio a estresses, expectativas, tormentos, alegrias, desapontamentos e (especialmente) em meio à minha velha conhecida tpm..... me dou conta que hoje (já) é dia 1º de dezembro. Exatamente há 4 meses atrás, eu comemorava Meu Ano Novo... E, exatamente daqui a 1 mês, comemoraremos a chegada do Novo Ano... E, então, em meio a tantos pensamentos que chegam e se vão na minha mente tão imaginativa, em plena sexta feira à noite, me veio à lembrança uma música que fez parte da minha vida, há taaaaaaanto tempo atrás (que já nem lembro o ano...) Todos os anos, lembro dela. E, hoje, lembrei também!...
December - Expose Now the time of the year is finally here It’s the time when I spent all my hours in fear Emptiness just comes and goes Hopefully it doesn’t show…
Voices calling my name deep inside of my brain They don’t stop cause they’re trying to drive me insane Don’t know why you went away Oohh the memories will never fade…
December once again...
Like the stars in the sky I can still see your eyes It’s the same old pattern left in the dice I can’t seem to leave behind This emptiness inside my mind…
There’s a mist in the air and the feeling is there Keeps me dreaming of you it just isn’t fair I don’t know why you went away Oohh the memories will never fade…
December once again...
(Memories will never fade) why you have to go away (All the times we use to share) why you have to go away (December feelings once again) why you have to go away (Memories will never fade) why you have to go away
Now the time of the year is finally here It’s the time when I spent all my hours in fear I don’t know why you went away The memories will never fade…
Escrito por Sil às 21h45
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"O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo. O que for o teu desejo, assim será tua vontade. O que for a tua vontade, assim serão teus atos. O que forem teus atos, assim será teu destino."
(Upanishad)
Essas palavras ecoam na minha mente desde que as li, pela primeira vez, em uma carta vinda de Panelas... E agora, elas chegam novamente até mim... impondo um novo sentido, em uma nova realidade vivida... tão diferente e ao mesmo tempo tão igual àquela época em que recebia as cartas...
Escrito por Sil às 20h43
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O colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydney sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com essa grosseria? - Sim, infelizmente é sempre assim. - E você é sempre tão atencioso e amável com ele? - Sim, sou. - Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você? - Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós somos nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam, e sim nós que transformamos os ambientes.
Ninguém pode estragar o seu dia, a menos que você permita!
Esse costuma ser o meu "lema": não adulterar a minha natureza por causa do meio externo, seja ele pessoas, lugares ou situações. Costumo ser o que sou, sem fingimentos, sem joguinhos, sem falsidades... E, tenho que admitir, essa minha postura às vezes me deixa em situações muito desagradáveis, porque muitas vezes as pessoas se aproveitam dessa minha característica.
Então, agir ou reagir a determinadas situações podem nos trazer sensações de peso ou alívio, e decidir qual rumo tomar nem sempre é um caminho fácil...
Entender as ações das pessoas pode ser calmante, mas também pode ser frustrante, e muito doloroso.
Agir de acordo com a sua verdade interior requer muita cautela. Às vezes temos que traçar planos, saber esperar o momento certo e, acima de tudo, dar uma margem de flexibilidade para que a vida faça a parte dela, podendo mudar todo o percurso...
O que eu busco, acima de tudo, é ter serenidade: para o meu tempo e para o tempo do mundo, do "outro"... Se isso é uma utopia, eu não sei... enquanto não descubro, vou tentando viver o presente da forma mais leve possível, porque, no final, nada é tão importante...
Escrito por Sil às 22h29
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Uma música que não tem saído da minha cabeça... aliás... meu cérebro mais parece um cd-player: sempre toca uma música!... E isso é como um diagnóstico do meu estado de espírito: quando estou bem, minha mente está musicada... (e muitas vezes na função "repeat"!!!) quando não, ela silencia......... e é muuuuuuuuito estranho quando isso acontece!! 
Aqui... a música do momento:
Vilarejo  (Marisa Monte / Pedro Baby / Carlinhos Brown / Arnaldo Antunes)
Há um vilarejo ali Onde areja um vento bom Na varanda, quem descansa Vê o horizonte deitar no chão Pra acalmar o coração Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe Paraíso se mudou para lá Por cima das casas, cal Frutas em qualquer quintal Peitos fartos, filhos fortes Sonho semeando o mundo real Toda gente cabe lá Palestina, Shangri-lá
Vem andar e voa Vem andar e voa Vem andar e voa
Lá o tempo espera Lá é primavera Portas e janelas ficam sempre abertas Pra sorte entrar Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando Os caminhos, os vestidos, os destinos E essa canção Tem um verdadeiro amor Para quando você for
Vem andar e voa Vem andar e voa Vem andar e voa Vem andar e voa
Escrito por Sil às 14h31
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Algo mais sobre mim...

Eu moro: no Brasil Eu leio: quando me dá coragem / pra me acalmar Eu coleciono: anjos Eu guardo: boas lembranças Eu bebo: cerveja preta (malzebier!) Eu preciso: da luz do sol e do brilho da lua Eu tento: não julgar pessoas e fatos Eu amo: viajar Eu adoro: a lua Eu sorrio: quase sempre Eu choro: quase sempre (também... rsrs) Eu respondo: aquilo que eu acho que devo Eu odeio: invasão de privacidade Eu gasto: muito tempo no computador Eu gosto: de ouvir minhas músicas prediletas Eu conheço: minha ansiedade Eu quero: terminar meu Mestrado Eu aprendo: uma coisa nova a cada dia Eu cometo: erros Eu vou: em busca dos meus sonhos Eu admiro: pessoas espiritualizadas Eu abraço: aqueles que me são especiais Eu posso: contar com meus amigos maravilhosos Eu falo: baixo Eu escuto: o que a minha concentração me permite Eu lembro: de todos os momentos emocionantes da minha vida
Escrito por Sil às 14h45
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Lua e Flor (Oswaldo Montenegro) Eu amava como amava algum cantor De qualquer clichê, de cabaré, de lua e flor Eu sonhava como a feia na vitrine Como carta que se assine em vão Eu amava como amava um sonhador Sem saber por quê e amava ter no coração A certeza ventilada de poesia De que o dia não amanhece não Eu amava como amava um pescador Que se encanta mais com a rede que com o mar Eu amava como jamais poderia Se soubesse como te contar
Certas músicas me lembram certas pessoas... mas às vezes nem a pessoa sabe disso, assim como, às vezes, nem eu mesma sei porque...
E assim é essa música aí em cima. Me lembra alguém especial, que segue no meu coração da maneira mais despretensiosa possível, e da forma mais doce que pode ser.... E assim é. E, se for pra ser... que assim seja! 
Escrito por Sil às 00h57
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METADE
Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio. Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca. Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.
Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que tristeza. Que a mulher (o homem!) que eu amo seja pra sempre amada (o!), mesmo que distante. Porque metade de mim é partido mas a outra metade é saudade.
Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor, Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos. Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo.
Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço. E que essa tensão que me corroe por dentro seja um dia recompensada. Porque metade de mim é o que penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância. Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito. E que o teu silêncio me fale cada vez mais. Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.
Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba. E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer. Porque metade de mim é platéia e a outra metade é canção.
E que a minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
(Oswaldo Montenegro)
Escrito por Sil às 13h39
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"Minha vida que parece muito calma tem segredos que eu não posso revelar escondidos bem no fundo de minh'alma não transparecem nem sequer em um olhar Vive sempre conversando a sós comigo uma voz que eu escuto com fervor escolheu meu coração pra seu abrigo e dele fez um roseiral em flor A ninguém revelarei o meu segredo e nem direi quem é o meu amor..."
(Doce Mistério da Vida)
A vida às vezes parece brincar conosco. Ora faz coisas difíceis acontecerem com uma simplicidade surpreendente e um tanto quanto mágica... ora faz coisas simples parecerem impossíveis por trazer obstáculos intransponíveis. Continuo sem entender porque certas coisas acontecem e certas coisas deixam de acontecer. Ainda assim, continuo a ouvir a voz de dentro do meu coração, que me diz que não adianta seguir contra a corrente. Mas que, ao mesmo tempo, me diz que nem sempre estar parada é igual a desistir, e sim, no momento certo, agir de acordo com as possibilidades do momento. É nisso que tento acreditar e seguir adiante. Da mesma forma que acredito nos sentimentos (e na voz) do meu coração...
Escrito por Sil às 20h20
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Enquanto a inspiração não vem... enquanto a tormenta da contagem regressiva onde trabalho e estudo inquietam os meus pensamentos e afligem os meus dias... enquanto algumas angústias que não têm alívio imediato teimam em sobreviver, por mais que eu esteja numa fase de deletar da minha vida tudo aquilo que tira a minha paz!..... Sigo com textos que me emocionam, e esse traduz tudo aquilo que eu realmente acredito ser essencial em um relacionamento, seja de amizade ou de amor.
Afinidade
Artur da Távola
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente também. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi. Ter afinidade é muito raro. Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram
de estar juntas. Afinidade é ficar longe pensando parecido
a respeito dos mesmos fatos que
impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro
com aceitação anterior ao entendimento. Afinidade é sentir com, Não é sentir contra, Nem sentir para, Nem sentir por, Nem sentir pelo. Sentindo, é olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar. Afinidade é ter perdas semelhantes
e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades. Afinidade é retomar a relação
no ponto em que parou
sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades
dadas (tiradas) pela vida.
Escrito por Sil às 18h36
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Hoje me deu vontade de escrever um texto aqui que eu simplesmente AAAAAAMMMMMMOOOOOOOO!!!
"Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa só. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada. Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova evidente que duas almas não se encontram ao acaso"........ Antoine De Saint Exupery
Escrito por Sil às 22h40
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Ciúmes... ciúmes... Tenho como lema que "o que é do homem, o bicho não come"... mas vez por outra me vejo morrendo de ciúmes por saber (ou pensar) que existe uma pessoa com "o poder" sobre algo que me é importante... Como se só eu no mundo pudesse cuidar de certas coisas... Como se "ter o poder" sobre algo, em determinado momento, pudesse definir o real caminho que as coisas têm... Explicitando: tenho ciúmes se alguém dá mais atenção à outro alguém do que eu posso dar, no momento. Ou melhor, do que as circunstâncias me permitem. Mas as circunstâncias não definem os acontecimentos. Até podem, mas não necessariamente. Afinal, não é porque o dia está nublado hoje, que um lindo céu azul, neste mesmo lugar, não possa aparecer amanhã! Às vezes me pego sentindo ciúmes de pessoas que são queridas por outras, mesmo sabendo que também tenho a minha importância para as mesmas. Tenho que admitir: cada coração é imenso!... E, da mesma forma que muitos gostam de um, esse mesmo "um" pode gostar de muitos, de maneiras e intensidades completamente diferentes, e mesmo sendo com intensidades iguais, é a maneira que muitas vezes determina tudo. Sim... tenho como lema que "o que é do homem, o bicho não come"... e tento acreditar, sempre, que a circunstância de hoje não é necessariamente fator decisivo sobre o dia de amanhã. E que, mesmo que a realidade de hoje me mostre uma situação diferente da que eu gostaria, nada impede que os ventos voltem a soprar na direção das minhas aspirações. E assim, repito a mim mesma... "se é da vontade do Cósmico... está feito!"
Escrito por Sil às 22h44
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Fazer o que se tem que fazer!... Poucas coisas na vida trazem tamanha satisfação... E então, qdo chega o final do dia, e constatamos que colocamos os pontos nos is, finalizamos coisas que precisavam ser acabadas, ou simplesmente adiantamos o que quer que seja, e não ficamos paradas, estáticas... todo o cansaço vira satisfação, que se transforma numa certeza de que estamos nesse mundo por algum propósito, e não simplesmente vivendo "arrancando páginas de um calendário".
Por muito tempo em minha vida, vivi sem muito objetivo. Algumas vezes, culpava o hipotireoidismo; outras, tpm. Hoje vivo um momento que sei onde quero chegar, embora não me sinta ágil o suficiente para trilhar esse caminho da melhor forma. Apesar disso, sei que a vida tb tem a sua vontade própria. Talvez alguma coisa predestinada, não sei o que, nem como... Por conta disso, hoje em dia tento não ir contra o vento quando a vida parece me dar as costas. Muitas vezes fui. Pouco ou nada andei. Ainda assim, penso que ganhei, pois a amargura da consciência de não ter feito nada é infinitamente superior à dor que qualquer decepção possa causar. Assim, a vida me fez perceber que nem sempre uma luta é sinônimo de ação, e que o caminho traçado deve ter brechas suficientes para todos os imprevistos que o dia-a-dia pode trazer.
Sei onde quero chegar, sei que sou capaz de chegar e também sei que tenho merecimento para conseguir. Pode até parecer presunçoso, talvez... mas acredito que a confiança é o primeiro passo para a realização. De tudo nessa vida. Sempre.
Resta agora conseguir me disciplinar, para não permitir que a falta de atitude me deixe apenas aceitando o que a vida por si só me traz... Mas... continuo dizendo: pra algumas coisas, tomo as rédeas e direciono os caminhos. Pra outras, simplesmente me deixo levar.... E assim vou seguindo... 
Escrito por Sil às 23h18
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Ano novo, idade nova, mês novo, semana nova, coragem nova, forças novas.......!!!!  Outra coisa não, mas se tem uma coisa que eu adooooooro é fazer aniversário... Pena que a idade vai aumentando tb, mas me recuso a achar que tô ficando "velha"!...  Pq... vou confessar, se me perguntassem se eu gostaria de voltar aos meus 20 anos... a resposta seria não! Não exatamente pelas coisas que eu vivia nessa época... mas eu não queria ser quem eu era! Sou uma pessoa muito melhor hj!  E o que eu adoroooo meeeeesmo nos aniversários, além de fazer um pedido especial ao soprar as velinhas no bolo (que, diga-se de passagem, minha mãe faz questão de colocar TODAS... ) e do monte de presentinhos que recebo, gosto é da demonstração de carinho que vem junto com um simples "PARABÉNSSSSSS!!...." E nesse ramo me sinto muito sortuda mesmo, pq sei que tenho amigos que eu amo, que me amam tb, e que esses não estão num círculo fechado!... Ao contrário... cada vez aumentam mais!!! Agora... se essa constatação parece "leonina" demais (hehehehe)...... fazer o que, né??? É aí que eu tenho certezaaaa que sou uma leonina de verdade!...  E agora... é virar mais essa página do Inferno Astral (amenizado com o ma-ra-vi-lho-so Experimento da Prosperidade - que vou um dia desses postar exclusivamente sobre ele) e comemorar muuitoooooo!!! Quem me acompanha??? 
(p.s.: Ainda bem que esse ano ela decidiu só colocar duas singelas velinhas no bolo... será que fiz 11??? )
Escrito por Sil às 00h36
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